No dia 25 de janeiro de 1985, em uma assembleia extraordinária do Sínodo dos Bispos por conta do 20° aniversário do encerramento do Concílio Vaticano II, os padres sinodais afirmavam que eram "vários os que expressaram o desejo de que se elabore um catecismo ou um compêndio de toda a doutrina católica, tanto em matéria de fé como de moral, para que sirva quase como ponto de referência para os catecismos ou compêndios que se preparam nas diversas regiões. A apresentação da doutrina deve ser bíblica e litúrgica, e tem de oferecer uma doutrina sã e adaptada para a vida atual dos cristãos". João Paulo II, no encerramento do Sínodo, abraçou o pedido, que se converteu em realidade em 1992.
Entre o desejo e a realidade, o Papa instituiu em julho de 1986 a "Comissão para a preparação do Catecismo para a Igreja universal", presidida pelo então cardeal prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Joseph Ratzinger. A comissão concluiu seus trabalhos em dezembro de 1992, com a promulgação do Catecismo.
A publicação do Catecismo foi sucedida pela publicação, em junho de 2005, de um "Compendium", um resumo do Catecismo, assinado por Bento XVI, que segundo o Papa alemão contém "de forma concisa, todos os elementos essenciais e fundamentais da fé da Igreja". O compêndio segue a mesma estrutura de seu "irmão mais velho", e se apresenta como um método didático de perguntas e respostas.
Em abril deste ano foi publicado o "Youcat" (abreviação de Youth Catechism), catecismo para jovens por ocasião da JMJ 2011 em Madri, uma obra escrita em linguagem adaptada para as novas gerações, e que também expõe o conjunto da fé.
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